quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Caderno Diário da Memória

Mário Augusto revisitou o seu baú de memórias e encontrou lá material suficiente para um segundo livro de recordações. Após o êxito de «A Sebenta do Tempo», o jornalista e apresentador regressa à escrita com «Caderno Diário da Memória». Neste novo conjunto de apontamentos, que conta com um prefácio de Rui Reininho, o autor procura reavivar as divertidas lembranças daqueles que cresceram e viveram nas décadas de 60, 70 e 80, dando também a conhecer ao mais novos ícones e momentos históricos desse período.
Seja para uma consulta esporádica ou para uma leitura imersiva, «Caderno Diário da Memória» promete ser um companheiro que ajudará a enfrentar a borracha do tempo e a limpar o pó às mais caricatas e marcantes lembranças, guardadas há muito no baú.


Caderno Diário da Memória, de Mário Augusto
Bertrand Editora - 17,70€


O baú das memórias não tem fundo. E quando se começa a vasculhar lá dentro, é difícil parar. Se pensou que ficou tudo dito (e recordado) na Sebenta do Tempo, desengane-se. Mário Augusto tem uma memória prodigiosa e promete fazê-lo recordar-se até do cheiro do dinheiro antigo. Ainda se lembra da festa que se podia fazer com 20 escudos? Como é que se construía um papagaio de papel? Então e o depilatório Taky? Ainda há muito que recordar, e vai ver que gosta da viagem! «Há um ano, chegava-lhes às mãos “A Sebenta do Tempo”. Fui surpreendido pela excelente recepção que teve e, por isso, decidi continuar a vasculhar no baú das recordações, tirando notas para passar a limpo as folhas do nosso “caderno diário da memória”. O Gabriel Garcia Márquez disse: “Aquele que não tem memória arranja uma de papel.” Não quero que este livro tenha essa função, mas sim que nos proporcione uma bela viagem ao que deixámos para trás. A “Sebenta” e o “Caderno” complementam-se, tudo passado a limpo para não apagar com a borracha do tempo. Divirtam-se, que eu cá diverti-me!”.

Sobre o autor Mário Augusto:
Mário Augusto nasceu em março de 1963, em S. Félix da Marinha, perto de Espinho. É jornalista de televisão desde 1986, autor e apresentador de vários programas de divulgação de cinema. Começou a carreira no jornal O Comércio do Porto. Colaborou no Se7e, na revista Sábado e no Público. Foi um dos fundadores da SIC. Trabalhou como radialista na Rádio Comercial, na Antena 1, na Antena 3 e na Rádio Nova, no Porto. É o jornalista português que mais estrelas de cinema entrevistou para televisão, contando mais de 2 mil entrevistas ao longo de 28 anos. Fundou e dirigiu a revista Cinemania. Realizou e produziu documentários já premiados, foi autor de argumentos para televisão. Na RTP criou e dirige o projecto Academia RTP, destinado a formar e a descobrir novos criadores de audiovisual. Coordena e apresenta o mais antigo magazine de cinema da televisão Portuguesa, o Janela Indiscreta. É casado e pai de três filhos. Vive onde sempre viveu, em Espinho, uma paisagem à beira-mar que não troca por nada deste mundo. 


A partir de amanhã nas livrarias.

Da Lusitânia a Portugal

Chega amanhã às livrarias a História de Portugal de Diogo Freitas do Amaral, perspectiva pessoal sobre a constituição da nossa nacionalidade e das etapas da construção do país.

Dividido em 10 partes, representativas das 10 fases da nossa evolução política, esta história acompanha o desenvolvimento de Portugal: de condado, a Nação, a país integrante da União Europeia, da OTAN e da ONU.

Escrito num tom acessível e directo, filtrado pelo olhar singular e experiência incomparável de Diogo Freitas do Amaral, «Da Lusitânia a Portugal: Dois mil anos de história» é um livro essencial para quem quer conhecer o passado de Portugal e entender os porquês políticos e estratégicos das decisões que mudaram o nosso país.

Da Lusitânia a Portugal, de Diogo Freitas do Amaral
Bertrand Editora - 22,20€

Este livro tem na capa a Torre de Belém: porque a época mais brilhante da nossa história foi a dos Descobrimentos, e todos eles partiram dali. «A História de Portugal é, manifestamente, a de um país da Europa Ocidental: daí recebemos as principais influências, boas e más. Com frequência seguimos o que vinha de além Pirenéus, mas às vezes fomos pioneiros e podemos hoje legitimamente orgulhar-nos disso. Para além dos Descobrimentos – em que fomos pioneiros e os que mais se espalharam pelo mundo inteiro –, adiantámo-nos frequentemente à Europa mais avançada: estabelecemos a participação do Povo nas cortes antes da Inglaterra eda França; concluímos a primeira aliança político -militar da história com a Inglaterra; derrotámos os castelhanos no cerco de Lisboa e na Batalha de Aljubarrota; inventámos o “astrolábio” e a “caravela”; iniciámos a 1ª Globalização; estabelecemos os primeiros acordos políticos com o rei do Congo, com o marajá da Índia e com chefes japoneses, malaios e chineses; um português comandou a primeira viagem de circum-navegação; achámos e alargámos o Brasil; sofremos o maior terramoto europeu e reconstruímos com grande beleza a cidade de Lisboa; fomos o primeiro país da Europa a derrotar Napoleão e a inaugurar o telégrafo eléctrico; fomos a primeira nação do mundo a abolir para sempre a pena de morte; fomos também os primeiros a efectuar, por via aérea, as travessias Lisboa - Rio de Janeiro e Lisboa - Macau.»

Diogo Freitas do Amaral é uma figura nacional conhecida como professor de Direito, político e escritor. Nascido na Póvoa de Varzim, de família vimaranense, em 21 de Julho de 1941, doutorou-se em 1967 e ascendeu a catedrático em 1984. Como fundador e primeiro presidente do CDS, foi um dos líderes dos quatro principais partidos políticos da Democracia portuguesa, em 1974 e nos anos seguintes. Foi conselheiro de Estado, Vice Primeiro-Ministro, Primeiro-Ministro interino, Ministro dos Negócios Estrangeiros ( por duas vezes) e Ministro da Defesa
Nacional. No plano internacional, foi presidente da UEDC – União Europeia das Democracias Cristãs (1981-83) e presidente da Assembleia Geral da ONU (1995-96). De regresso a Portugal, foi co-fundador e primeiro director da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa.

Além de numerosos livros e manuais de Direito, o autor publicou na Bertrand dois volumes de Memórias Políticas (1995 e 2008), um manual de introdução à Política (2014) e duas biografias históricas – D. Afonso Henriques (2001) e D. Afonso III (2015). Noutra editora, publicou uma História do Pensamento Político Ocidental (2011). Está em preparação o volume III das suas Memórias Políticas.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

O Novo Aluno

«O Novo Aluno»: um dos clássicos de William Shakespeare
reescrito por Tracy Chevalier
A tragédia de «Otelo» é transportada para os subúrbios de
Washington nos anos 70.

«O Novo Aluno» é o quarto título de uma série que tem sido publicada como forma de celebrar a obra ímpar de William Shakespeare.
Tracy Chevalier reescreve «Otelo» e, à semelhança dos autores que recriaram os anteriores títulos da série, utiliza os ingredientes originais da obra como ponto de partida, adaptando-o aos nossos tempos. A autora bestseller transporta a tragédia de Otelo para uma escola dos subúrbios de Washington nos anos 70, explorando de forma brilhante as relações impulsivas e
ingénuas dos seus alunos, que revolucionam as salas de aula e as vidas dos envolvidos.
Com uma narrativa intensa e cativante, Chevalier perpetua a mensagem de Shakespeare, construindo personagens que denunciam a malícia do racismo, do medo, da inveja e da traição.

Bertrand Editora - 16,60€

Chegado à sua quarta escola em seis anos, Osei Kokote, filho de um diplomata, sabe que precisa de um aliado se quiser sobreviver ao primeiro dia de aulas. É uma sorte dar-se tão bem com Dee, a rapariga mais popular da escola. Mas há um colega que não suporta aquela relação: Ian decide destruir a amizade entre o rapaz negro e a menina de ouro. Chegados ao fim do dia, a escola e os seus principais actores (professores e alunos) nunca mais serão os mesmos. A tragédia de Otelo é transportada para o recreio de uma escola suburbana de Washington nos anos 70, onde os miúdos se apaixonam e desapaixonam antes da hora de almoço e praticam um racismo casual que vem de casa e dos professores. Tracy Chevalier cria um fortíssimo drama de amizades despedaçadas pelo ciúme, pelo bullying e pela traição.

É autora de nove romances, incluindo o bestseller internacional «Rapariga Com Brinco de Pérola»que vendeu mais de 5 milhões de exemplares e foi adaptado ao cinema com Scarlett Johansson e Colin Firth nos papéis principais. Americana de nascimento, britânica na geografia, vive em Londres com o marido e o filho. Tracy é também membro da Royal Society of Literature.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

O Livro de Emma Reyes - Memória por Correspondência

Um impressionante relato pessoal em vinte e três cartas, que nos faz pensar em Dickens transposto para o século XX.

«O Livro de Emma Reyes – Memória por Correspondência» relata as memórias 
da duríssima infância – de abandono e exploração – da pintora colombiana 
Emma Reyes. É também uma história de superação de inimagináveis 
circunstâncias por parte de uma mulher conduzida pela sua vontade férrea 
de liberdade. 
Quando surgiu pela primeira vez na Colômbia, em 2012, quase dez anos 
após a morte da autora, esta autobiografia epistolar foi imediatamente 
considerada como um clássico. Em 23 cartas dirigidas ao amigo Germán 
Arciniegas, Reyes conta a história da sua infância e juventude, sem artifícios 
nem sentimentalismos, mas com competência e encanto narrativo raros.

Publicado em mais de uma dezena de países, o livro conta com introdução 
de Leila Guerriero e dois textos finais, um por Gérman Arciniegas e outro 
por Diego Garzón.
Emma Reyes (1919-2003) nasceu na mais absoluta pobreza, em Bogotá. 
Criança ilegítima e abandonada, foi uma adolescente analfabeta até aos 18 
anos. Tornou-se depois pintora, trabalhando e convivendo com artistas e 
intelectuais do seu tempo. Embora não se tenha tornado famosa, era 
recordada, à data da sua morte, como “mama grande” por artistas e
escritores latino americanos em França e como uma maravilhosa contadora de histórias. Emma dizia do seu trabalho artístico:
«É verdade que a minha pintura são gritos sem correntes de ar» e os artistas que a rodeavam reconheciam as qualidades 
narrativas da sua obra: «O Luis Caballero diz que eu não pinto os meus quadros, mas que os escrevo».

A regularidade da correspondência que enviava a Arciniegas sofreu uma interrupção, no momento em que o historiador, 
entusiasmado com a qualidade literária da escrita de Reyes, decidiu partilhar as cartas com outro famoso colombiano: Gabriel 
García Márquez. Semanas mais tarde, Gabo ligou a Emma para lhe dizer o quanto as tinha apreciado, e esta respondeu com 
fúria. Durante muito tempo a pintora não voltou a escrever a Arciniegas.
Esta é uma correspondência capaz de transcender o tempo em que foi escrita, fixando os contornos de uma vida excepcional.

O Livro de Emma Reyes - Memória por Correspondência, de Emma Reyes
Quetzal - 17,70€

«Depois de tanta dor, o leitor sai reconciliado com a Humanidade, porque, acompanhando a autora, vê o renascer da esperança dessa adolescente fugitiva que, no fim, vai poder voltar a começar.»
La Vanguardia

«Ainda que sem intuito estético, cada página exala uma fria e escabrosa beleza. (…) A criação artística é outro ato de amor e talvez a conquista mais alta da nossa espécie.»
El Cultural

«À medida que lemos, nós leitores também crescemos – a golpes.»
Babelia, El País

«Uma incrível biografia a todos os níveis, mas o mais admirável é a clareza do olhar, a lembrança sem qualquer tipo de sentimentalismo de uma infância difícil.»
Paris Review

Sobre a Autora Emma Reyes:
Emma Reyes foi uma pintora colombiana. Nasceu em 1919 em Bogotá, onde viveu uma infância miserável num bairro de lata. Mais tarde, foi acolhida num convento, onde passou 15 anos de clausura e trabalhos pesados. Quando conseguiu fugir, viajou por toda a América Latina, rumando a seguir à Europa. Formou-se em Paris, trabalhou no estúdio de Diego Rivera no México, mas também viveu e trabalhou em Capri, Veneza, Florença e Roma. Instalou-se definitivamente em França em 1960, casando-se em segundas núpcias com Jean Perromat, um médico francês. Faleceu em Bordéus, em 2003.

O Código da Mudança

A mudança, seja em que área da vida for, é algo que muitas pessoas desejam mas que poucas
conseguem alcançar. O escritor e palestrante Othon Gama esclarece, através do seu novo livro «O Código da Mudança», como é possível implementar este processo de transformação nas nossas vidas, tal como ele implementou, com sucesso, na sua própria vida.
Expondo um método tridimensional, focado nas dimensões da sabedoria, que descreve a ciência envolvida, a emocional, que mostra como cada pessoa é a grande solução para os seus próprios problemas, e a executiva, que explica como mudar, o autor revela como modificar pensamentos, atitudes, hábitos e comportamentos.

«O Código da Mudança» mostra, passo-a-passo, como sair da zona de conforto e conquistar sonhos, antevendo um período que nem sempre é fácil ou rápido, mas que é possível, cultivando
competências como a humildade, a capacidade de alterar a rotina, a autoconfiança, a autodisciplina e a resiliência.
O revolucionário método é baseado numa extensa investigação na área da motivação e da performance, com o qual Othan desafia o leitor a definir e a conquistar objectivos que à partida parecem inatingíveis. Tal como desvenda neste guia, a chave para o sucesso são a determinação e a coragem de cada um.

Othon Gama atravessou um processo de grande perda de peso num período de 18 meses, o que o levou a transformar esta resolução numa missão, um importante compromisso para ajudar pessoas em todo o mundo a ter uma vida saudável e bem-sucedida. Após o sucesso no Brasil, «O Código da Mudança» chega às livrarias portuguesas pela mão da Pergaminho.


O Código da Mudança, de Othon Gama
Pergaminho - 13,30€

Este livro é para quem está cansado de belas ideias – e quer antes uma bela vida!
O compromisso com projectos e resoluções é fundamental para ter uma vida melhor – mas quantas vezes não nos ficamos pelas intenções? «O Código da Mudança» ensina-lhe os segredos de passar das ideias à prática. Se quer realmente mudar a sua vida para melhor, em todos os aspectos, a chave está em mudar de hábitos. «O Código da Mudança», revela o método 3D de mudança de hábitos e desenvolvimento de excelência. Este revolucionário método de definição e conquista de objectivos tem por base uma extensa investigação sobre as mais recentes descobertas científicas na área da motivação e da performance. Uma leitura indispensável para quem deseja realmente atingir o sucesso em todas as áreas da vida.

Escritor, palestrante, empresário e advogado. É Fundador da Escola da Cidadania que actua no sector educacional ensinando a Constituição Federal, Direitos Humanos e Ciência Política a crianças e jovens e da Life Academy Brasil que actua na promoção do emagrecimento e da qualidade de vida através de cursos, treinamentos e coaching. Foi gestor de duas entidades sociais e ministra palestras e workshops no Brasil e exterior.

O Indesejado

Esfera dos Livros - 17,90€

Em finais do século XVII, um sacerdote português a viver em Roma recebe uma carta a pedir o seu regresso urgente, mas discreto, a Portugal. À chegada a Lisboa, o padre Bartolomeu é confrontado com uma informação espantosa – a de que D. Afonso VI, o rei destituído que morrera após um longo e penoso cativeiro, afinal, talvez tenha deixado descendência. A hipótese ameaça seriamente a estabilidade do reino. Se a alegada impotência de Afonso VI fora determinante na anulação do seu casamento com Maria Francisca de Sabóia, agora mulher do atual rei, a possibilidade de existir um descendente coloca em causa não só o processo de destituição de Afonso como também a legitimidade do poder de D. Pedro II. Urge por isso apurar a verdade. E agir. Figura controversa, Afonso não nascera para governar. Mas a morte de Teodósio, o filho varão de D. João IV, levá-lo-ia a iniciar um reinado que teria como coroa de glória as vitórias na guerra da Independência, mas terminaria na mais profunda vergonha, com uma conjura liderada pelo próprio irmão, D. Pedro, a pretexto da vida boémia de Afonso e do seu desinteresse pelos desígnios do País. Apesar do cognome, O Vitorioso ficaria com a sua reputação denegrida para sempre. Entre investigações, pistas ténues e viagens inesperadas, o padre Bartolomeu, que em tempos acompanhara o monarca deposto no seu cativeiro, mergulha numa espiral de segredos impenetráveis em busca de uma resposta difícil de encontrar – mas não duvidando nunca de que, para o regime D. Pedro, e tal como Afonso VI, o eventual e misterioso descendente seria um indesejado…

Sobre o Autor Nuno Galopim:
Nuno Galopim começou por traçar um futuro nas ciências, mas o jornalismo, a rádio e, sobretudo, a música e o cinema acabaram por falar mais alto. Com 27 anos de carreira nos media escreve hoje no Expresso, Blitz, Time Out e Metropolis e é autor dos blogues Sound + Vision e Máquina de Escrever. Tem trabalhado na música (do álbum Humanos à série O Melhor do Pop-Rock Português) e no cinema (como actor, produtor, consultor e programador, estando a preparar a sua primeira obra na realização). Nos livros estreou-se, era ainda aluno de Geologia, com «Vida e Morte dos Dinossáurios» (1992), em co-autoria com pai, o Professor Galopim de Carvalho. É o autor dos livros «Retrovisor: Uma Biografia Musical de Sérgio Godinho» (2005), «Os Marcianos Somos Nós» (2015) e «The Gift – 20» (2015) e colaborou na «Enciclopédia da Música Ligeira Portuguesa». «Os Últimos Dias do Rei» é a sua primeira obra de ficção.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Origem

É hoje, é hoje, é hoje!
Já dissemos que é HOJE que chega às livrarias o novo livro do incomparável Dan Brown?

À semelhança dos livros anteriores, também em «Origem» Dan Brown coloca uma grande questão: será que a ciência tornará a religião obsoleta? Assentando na premissa "De Onde Vimos? Para Onde Vamos?" este novo livro acompanha novamente o simbologista Robert Langdon em proezas entre enigmas estrondosos, inventivos e de uma enorme actualidade, desta vez no país de nuestros hermanos.

E mais boas notícias para os fãs do autor de «Código Da Vinci»:
Dan Brown estará em Lisboa para o lançamento deste seu novo livro num evento aberto ao público e de entrada gratuita. Marquem nas vossas agendas: dia 15 de outubro, domingo, pelas 17h00 no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

Bertrand Editora - 22,90€

Bilbau, Espanha.
Robert Langdon, professor de simbologia e iconologia religiosa da universidade de Harvard, chega ao ultramoderno Museu Guggenheim de Bilbau para assistir a um grandioso anúncio: a revelação da descoberta que «mudará para sempre o rosto da ciência.» O anfitrião dessa noite é Edmond Kirsch, bilionário e futurista de quarenta e dois anos cujas espantosas invenções de alta tecnologia e audazes previsões fizeram dele uma figura de renome a nível
global. Kirsch, um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard, duas décadas atrás, está prestes a revelar um incrível avanço científico… que irá responder a duas das perguntas mais fundamentais da existência humana.
No início da noite, Langdon e várias centenas de outros convidados ficam fascinados com a apresentação tão original de Kirsch, e Langdon percebe que o anúncio do amigo será muito mais controverso do que ele imaginava.
Mas aquela noite tão meticulosamente orquestrada não tardará a transformar-se num caos e a preciosa descoberta do futurista pode muito bem estar em vias de se perder para sempre.
Em pleno turbilhão de emoções e em perigo iminente, Langdon tenta desesperadamente fugir de Bilbau. Tem ao seu lado Ambra Vidal, a elegante directora do Guggenheim que trabalhou com Kirsch na organização daquele provocador evento.
Juntos, fogem para Barcelona, com a perigosa missão de localizarem a palavra-passe que os ajudará a desvendar o segredo de Kirsch.
Percorrendo os escuros corredores de história oculta e religião extremista, Langdon e Vidal têm de fugir de um inimigo atormentado que parece tudo saber e que parece até de alguma forma relacionado com o Palácio Real de Espanha… e que fará qualquer coisa para silenciar para sempre Edmond Kirsch.
Numa viagem marcada pela arte moderna e por símbolos enigmáticos, Langdon e Vidal vão descobrindo as pistas que acabarão por conduzi-los à chocante descoberta de Kirsch… e a uma verdade que até então nos tem escapado e que nos deixará sem fôlego.

Sobre o Autor Dan Brown:
O escritor norte-americano Dan Brown nasceu em 1965 em New Hampshire, nos Estados Unidos da América, sendo filho de um professor de Matemática e de uma intérprete de música sacra. Brown estudou no liceu local e mais tarde licenciou-se na Universidade de Amherst.
Mudou-se para Los Angeles onde tentou fazer carreira como compositor, pianista e cantor. No entanto, este plano de vida fracassou e Dan Brown acabou por ir estudar história da arte em Sevilha, Espanha.
Entretanto, a meias com a mulher, escreveu o livro «187 Men to Avoid: A Guide for the Romantically Frustrated Woman». 
Em 1993 regressou a New Hampshire para se tornar professor de inglês na escola onde tinha estudado. Passados dois anos, os serviços secretos norte-americanos foram à sua escola buscar um aluno que consideravam uma ameaça nacional por ter escrito, na Internet, que era capaz de matar o presidente Bil Clinton. Dan Brown ficou tão interessado no assunto que começou a fazer pesquisas sobre a Agência Nacional de Segurança. Acabou por resultar desse interesse a escrita do seu primeiro romance «Fortaleza Digital», que foi lançado em 1996 com algum sucesso. Era um romance baseado na violação de privacidade e em conspirações, tendo por sustentação as novas tecnologias. 
Quatro anos depois do seu romance de estreia, lançou «Anjos e Demónios», seguindo-se em 2001 «Deception Point». Finalmente, em Março de 2003, Dan Brown lançou no mercado norte-americano «O Código Da Vinci», que logo no primeiro dia vendeu mais de seis mil exemplares, tendo-se tornado num dos livros mais vendidos de sempre em todo o mundo, com publicações em 42 línguas.
«O Código Da Vinci» é um romance policial que tem como protagonista um simbologista norte-americano. Através da obra de Leonardo Da Vinci, onde encontra várias mensagens codificadas, tenta arranjar provas para desvendar um segredo com centenas de anos. No livro surgem instituições como a Opus Dei e o Priorado do Sião.

A obra chegou a Portugal em 2004 e ao fim de poucos meses atingiu as onze edições. O sucesso deste livro levou a que fosse logo anunciada uma adaptação cinematográfica (com Tom Hanks como protagonista) e uma sequela literária.